sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Guerra no Rio de Janeiro: War in Rio

Os acontecidos no Rio de Janeiro, no final de Novembro (24, 25 e 26), nos motivaram a presente exercício. Isso porque, a cobertura televisiva que nos chega, nos transmite uma impressão errônea da dimensão exata dos fatos.

Sempre que aparece um novo acontecimento a cobertura generaliza com uma cartografia. No entanto, sabemos que se tratam na verdade de ações pontuais. Um exemplo é a tentativa de espacialização da rota de fuga, que observamos no conflito. Aqui, criamos um modelo digital de terreno, em três dimensões, que serviu de base e suporte para que pudéssemos representar o traçado da rota de fuga da Vila Cruzeiro --> Complexo do Alemão.

Neste exercício, podemos notar como a cobertura televisiva sobretudo da Rede Globo, com seus canais cariados, como o Globo News. Estes, aumentam a sensação de insegurança, na medida que nos dão a impressão de que o é generalizado, ocorrendo em toda parte.





sábado, 28 de agosto de 2010

Água Subterrânea: L'eau souterraine

Água Subterrânea: Aquíferos

Esse video foi elaborado por Rodrigo Fernandes Silva, como trabalho final da disciplina GF-803: Análise e Gestão das Bacias Hidrográficas, do segundo semestre de 2009. Essa, disciplina foi ministrada pela Professora Dra. Sueli Yoshinaga Pereira, no Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

terça-feira, 29 de junho de 2010

Território como Abrigo e como Recurso:
O caso dos "Territórios quilombolas" do Vale do Ribeira (SP)


Para compreendermos essa problemática, objetivamos analisar o papel desempenhado pelos compartimentos territoriais (um território quilombola, a exemplo dos territórios indígenas, é um compartimento do espaço habitado) na defesa de interesses que, explicitamente, não são só sociais, mas sócio-territoriais, porque se dão em lugares específicos do território, sem que os envolvidos estejam dispostos a abandonar suas heranças territoriais.

Para a consecução de nosso objetivo pretendemos mobilizar o seguinte recorte analítico: o território como abrigo e o território como recurso. Estes conceitos foram cunhados por Jean Gottmann e atualizado por Milton Santos (1994). O território como abrigo é aquele que serve de abrigo àqueles que nele vivem e, portanto, implica em reconhecer os nexos entre espaço herdado e espaço atualizado, herdado e atualizado por práticas autônomas de resistência.

A matriz do território como recurso orienta compartimentações hierárquicas, obedientes a ordens que fogem ao controle dos lugares, por isso são produtoras de desordem onde se instalam. Nesta matriz reconhecemos as compartimentações dominantes do espaço.

http://ccspc-010.ccs.unicamp.br/PIBIC2009/FSCOMMAND/pdfN/96.pdf
O Território Nacional e suas Compartimentações: o caso dos Territórios quilombolas no Estado de São Paulo

Após a Constituição de 1988 um grande número de comunidades quilombolas solicita a demarcação das áreas que historicamente ocupam. Esses processos provocam atritos entre os diferentes níveis federativos, bem como entre os “territórios demarcados” e outras formas de uso do território. Este é o caso do Vale do Ribeira do Iguape (SP), onde projetos hidroelétricos, como o de Tijuco Alto, ameaçam inundar 11 mil hectares de terras, boa parte delas já demarcadas como quilombolas.

Para compreender essa problemática, objetivamos analisar o papel desempenhado pelos compartimentos territoriais na defesa de interesses que, explicitamente, são sócio-territoriais, porque se dão em lugares específicos do território, sem que os envolvidos estejam dispostos a abandonar seu espaço. Para a consecução de nosso objetivo pretendemos mobilizar o seguinte recorte analítico: o território como abrigo e o território como recurso.

http://www.prp.unicamp.br/pibic/congressos/xvicongresso/paineis/035779.pdf

O primeiro é
aquele que serve de abrigo àqueles que nele vivem e, portanto, reconhecemos os nexos e atualizações entre espaço herdado e espaço atualizado. O segundo orienta compartimentações hierárquicas, obedientes a ordens que fogem ao controle dos lugares, por isso são produtoras de desordens.

sábado, 19 de junho de 2010

Maquete Digital com o ArcGIS 9.3

A maquete digital é uma das permitidas pelo ArcScene. O ArcScene é um módulo de visualização dos dados em 3D.
Para sua realização é necesário que a gente indique ao programa um coeficiente, que tem que constar na tabela de atributos, para ser projetado em 3D.
Nesse exemplo projetei um cenário onde imaginamos um parcelamento do solo e níveis de pisos ficcional.

Sugestões de nome para o Blog.

Como esse é um teste gostaria que postasse uma dica de melhor nome:

- Cartografarte
- Espacializador
- Espacializarte
- Guanchuma